GLOBAL ENERGY RACE – Etapa Florianópolis 10KM

Existem corridas que chamam atenção, por diversas formas, algumas pelo marketing propriamente dito, outras pelo local, paisagens, desafios, a Global Energy Race – Etapa Florianópolis me chamou atenção por dois motivos: o primeiro foi pelo fato de incentivar a atividade física junto a uma alimentação saudável, o outro, porque essa corrida acontece em 36 cidades de 22 países simultaneamente. No Brasil, ocorreu em 4 cidades, Florianópolis, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília.

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Logo após lido sobre nas redes sociais, já falava-se em um grupo de amigas que correm, as “Somos Loucas por Corrida”, pois além do interesse em comum, a cada 20 inscrições, tinha 50% de desconto no valor da inscrição. Mas, com a correria do dia a dia, acabei deixando passar a data e não finalizei a inscrição. Foi então que, na quarta feira (21/09) que antecedia a corrida, o colega Enio Augusto, também apaixonado por corrida, um dos integrantes do Podcast Por Falar em Corrida, nos convidou (Gi e Xandi) a participar do evento com cortesia cedida do pelo podcast, ficamos muito felizes com o convite e aceitamos.

Eu, no momento, estou treinando mas, nada específico para alguma prova, o Alexandre, treinos zero, não está treinando, por conta de outras prioridades no momento. Então, logo ele falou que iria ser meu pace desde a largada, até a chegada, fiquei bem empolgada,  além de participar da corrida,  ainda teria o meu parceiro do meu lado, me incentivando a prova inteira.

Domingo (25/09), acordamos cedinho as 05:30, pois a prova aconteceu na Beira Mar Continental e a largada ocorreu as 7:00 horas. Antes da largada, como sempre reencontramos vários amigos e fomos aquecer. E exatamente as 7:00 horas, foi dado a largada, saímos juntos conforme o combinado e eu toda toda, já que estava correndo com ele me empolguei (não sei para quê), logo nos primeiros metros o Alexandre já falou: Amor, pega leve, estamos a 04:03 (pace muito abaixo do meu, para ele tranquilo)! Aliviei e lá fomos nós!

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O percurso achávamos que já conhecíamos, pois já participamos de outras corridas no mesmo local mas, como diz a modinha, só que não. Na verdade, antes fazer o primeiro retorno, os corredores, tanto dos 10 quilômetros, quanto dos 5 quilômetros tinham que subir um morrinho a direita que não costuma ter nas corridas realizadas neste percurso, a diferença das distâncias era que, o atleta que estava realizando o percurso de 10 quilômetros (nosso casa), tinha que fazer duas voltas no percurso, ou seja, subir duas vezes o “morrinho”.

O Alexandre só repetia, vai amor que tu gosta de morro, mostra a tua força no morro, simples assim…

Bom, realizamos a primeira parte e tudo certo, passamos com tempo bom nos 5 primeiros quilômetros, considerando o morrinho, voltamos e subimos novamente e lá fomos nós.Quando retornamos, faltando seus últimos 2 quilômetros, mais ou menos, confesso que já estava batendo o cansaço nas pernocas mas, o meu parceiro não deixou eu”arregar” e quando eu dava uma aliviada, ele logo dizia: Bora amor, falta pouco e sei que tu és forte!

E assim foi, não “arreguei”, hehehehehe! Sem contar, que eu me senti uma atleta de elite, pois tinha alguém do meu lado o tempo todo e nem precisava parar para pegar água  e ainda podia escolher quero beber água, quero água na cabeça, na coxa…

Completamos a prova com sucesso, fiquei entre as 10 primeiras mulheres no geral feminino 10 quilômetros, com o tempo de 00:47:59, pace de 4:48/km.

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A prova Global Energy Race – Etapa Florianópolis, foi um sucesso, muito organizada, staffs bem instruídos, hidratação suficiente, um pós prova top, frutas, isotônicos, frutas, espaço kids, o ursinho da Pullman, uma gracinha que fez um sucesso, todos queriam tirar fotos e além de tudo isso, um ponto que, eu particularmente, acho de extrema importância em uma prova de corrida, a distância exata. Quando passei embaixo do portal de chegada, o relógio vibrou: 10 quilômetros exatos!

Obrigada Deus, obrigada meu amor pela parceria de sempre, obrigada a todos os familiares e amigos que sempre torcem por nós e um obrigada especial ao Podcast Por Falar em Corrida que nos presenteou com as inscrições!

Você que também ama correr e você que está começando a querer correr, não deixem de conhecer o Podcast: http://porfalaremcorrida.com/

Beijinhos da Gi!

Circuito dos Vinhedos – Etapa Snow Valley – São Joaquim – SC

Essa realmente não estava em nossos planos, quer dizer tínhamos dado uma namoradinha, mas como estamos em contenção de despesas, uma viagem agora no meio do ano não iria rolar.

De tudo que ganhamos nas corridas umas das coisas mais preciosas são as amizades e foi através de uma delas que fomos parar em são Joaquim no sábado levando junto na bagagem o José Adelino o (Zeca)pensa em cara bom para fazer uma parceria. Até porque para acompanhar a gente tem ser um pouco de “vida louca”.

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Dentro do pacote da inscrição, os atletas e seus familiares poderiam fazer uma visita na Vinícola Sanjo e degustar os principais produtos produzidos pela mesma. Pensa se perdemos essa. Rsrsrsrs

Desde o inicio do ano não treinamos mais para provas de aventura, com a mudança no percurso e a retirada das duplas do Desafrio, nosso objetivo mudou de terreno.

Apesar de não treinar mais especificamente para esse tipo de prova, sempre que surge uma oportunidade não negamos.

A prova:

A etapa Snow Valley do Circuito dos Vinhedos foi recheada de emoções. Tínhamos informações de que o percurso era casca grossa, e foi.

O local muito bonito o clima muito frio, muito frio mesmo.

Nas provas de revezamento, eu sempre faço a primeira parte, e a Gi a segunda, mas como a primeira parte era um pouco mais fácil, alteramos a sequência. Confesso que é muito difícil ter que esperar,  e quando a pessoa chega para troca, você sai desesperado e isso atrapalha o rendimento principalmente em prova de montanha.

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A Gi fez uma excelente prova, passando uma dupla no final do trecho e me passando o chip na primeira posição. Peguei o chip e sai forte, mas foi por pouco tempo e já cansei no primeiro quilometro, acredito que a falta de treino nesse tipo de terreno, subidas e o psicológico me pegou. Tinha sempre a sensação que iria ser ultrapassado. Consegui manter até o sexto quilometro quando olhei para trás e vi a segunda dupla subindo o morro forte, foi questão de tempo para eu ser alcançado e ultrapassado, tentei acompanha mas, o ritmo impresso naquele momento já não o suportava. Ali acabou a prova para mim reduzi a ainda mais a velocidade e tratei de completar a prova de mãos dadas com meu amor. No primeiro momento me senti um derrotado, mas pensando bem, fizemos o nosso melhor para aquele momento e um segundo lugar era um super resultado, pois não foi nós que corremos mal foram eles que correram bem. Então tratamos de comemorar.

A organização impecável, percurso bem demarcado, postos de hidratação, pós prova com chuveiro quente. foi Show!!!! Voltaremos.

O Zeca que foi com a gente sentiu o clima frio, mas garantiu o terceiro lugar na distância alternativa de cinco quilômetros.IMG_4658.JPG

 

Gostaria de agradecer a Deus pela proteção aos amigos que torceram por nós e ao Zeca nossa grande amigo que nos aturou durante todo final de semana!!!

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Encontramos algum amigos, mas nem todos deu de fazer o registro.

 

 

BLACK TRUNK RACE APOCALIPSE: 21 KM

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Campeã nos 21 quilômetros da Black Trunk Race Apocalipse,  realizada na Estância Pé da Serra em Lauro Muller – SC. Corrida com obstáculos inspirada em exercícios militares. Percurso difícil, subidas e descidas intensas, 30 obstáculos ( pneu, arames, lago com gelo, saco de areia, carregar tora, tirolesa, paredão, travessia de cachoeiras…) mas, com um visual indescritível!

Durante a prova passa milhões de coisas pela cabeça, pois a cada obstáculo ou staff que eu passava eles falavam que eu era a primeira mulher dos 21 quilômetros, não sabia se isso era bom ou não, pois estava difícil e como o percurso era grande parte em trilhas eu não conseguia ver se vinha mais mulheres logo atrás…

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Continuei, várias pessoas incentivaram com palmas e palavras de apoio mas, quando ouvi uma voz conhecida : – Bora, Amor! Aí veio forças não sei de onde, era Ele, foi me buscar faltando uns 7 quilômetros.

Ele também subiu no pódio,  foi o terceiro colocado nos 10 quilômetros e mesmo depois de correr 10 quilômetros, aindo tevê disposição para ir me buscar,  é isso que eu chamo de parceria. Parabéns meu Amor pelo excelente resultado!

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Obrigada Deus, Amor, meus pais,  família, ao meu treinador César Zaniboni,  amigos e ao colega Lucas Guilherme Borscheid que conhecemos durante a prova e correu todo o percurso junto apoiando também.

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Feliz por representar meus times, o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (DIPA – SSP), Raramuri e o Corre Mulher que confiou em mim e patrocinou minha inscrição.Parabéns aos meus colegas de farda que formaram um quarteto e estavam lá, também completaram a prova com sucesso!

Obrigada a todos de coração!!!

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30km Revezamento Ponta do Papagaio Guarda do Embaú: Primeira PROVA do ano

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De volta a Florianópolis, ainda se organizando e sem planejamento de corridas para 2016. Até o nosso amigo José Adelino Correia, o popular “Zeca”, nos convidar para montarmos um trio para participar do Revezamento Ponta do Papagaio 30km e como sempre, eu e o Alexandre nos olhamos e daí já sabem, topamos. Assim que aceitamos o desafio, eu fui ler o regulamento e assim, veio a surpresa, não tinha a categoria trio misto, somente trio feminino ou trio masculino. Diante disto, conversei com o Alexandre e com o Zeca, que não poderia participar com eles, mas os dois rapidamente responderam que já sabiam e que eu iria substituir um homem, sim! Com o apoio desses dois maluquinhos, lá fui eu, “correr como masculino”.

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O Zeca fez a largada, o primeiro trecho que passava pela Praia da Guarda do Embaú, trilhas da Guarda, chegando à Praia da Pinheira, considerado um percurso difícil de 10 quilômetros. Eu fiz o segundo trecho, larguei na Praia da Pinheira em direção a Ponta do Papagaio fazendo chegada à Praia do Baixo, considerado percurso fácil com areia com  9,5 quilômetros. E o Alexandre fechou com o terceiro trecho, largou na Praia do Baixo em direção a Ponta do Papagaio fazendo chegada à Praia da Pinheira, percurso fácil com areia de praia com distância de 9,5 quilômetros.

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Finalizamos a prova com o tempo de 02:21:03 e pace de 04:42 por quilômetro. O fato de termos completado bem a prova, sem dor, sem lesão já tinha sido ótimo e quando sai o resultado, para a minha surpresa, ficamos em quarto lugar. Um quarto lugar feliz, feliz por estar entre vários trios masculinos e eu conseguir chegar entre os primeiros.

Foi uma prova bacana, principalmente por poder reencontrar vários amigos de corrida que faz tempo que não víamos!

POST: DESCULPAS

         

Por onde recomeçar? Não sei!

Primeiramente, mil desculpas, por simplesmente abandonar o Blog.

O ano de 2015 foi muito bom, repleto de muitas realizações e o ano de 2016 começou bombando, com muitas surpresas…

Voltar de Videira para Floripa? Um sonho distante que, simplesmente ACONTECEU!

Amizades e lembranças de momentos de alegria trouxemos de Videira, cidade que nos acolheu de braços abertos, ficará guardada em meu coração.

E então a nossa vida, nossa rotina deu uma reviravolta e o Blog acabou ficando esquecido. Ainda escrevo um post contando toda a história, prometo. Bom, chega de desculpas e bora postar os atrasados!

 

91ª SÃO SILVESTRE 31 DE DEZEMBRO DE 2015 SÃO PAULO – BRASIL

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É só digitar esse título que ao fechar os olhos vou até São Paulo e consigo imaginar toda a emoção que é essa corrida.

Uma prova espetacular, distinta das outras, não me senti em uma competição, a São Silvestre se resume em uma só palavra: EMOÇÃO!

Ainda mais quando quem me espera na linha de chegada são as três pessoas que mais amo: MÃE, PAI e ALEXANDRE!

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A 91ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre, principal prova pedestre da América Latina, foi realizada na manhã do último dia do ano, 31 de dezembro de 2015, com mais de 30 mil corredores de 37 países diferentes. Percurso de 15 quilômetros de asfalto com subidas e descidas, com os 3 últimos quilômetros de subida, não é qualquer subidinha, é a famosa subida da Brigadeiro.

Ruas recheadas de atletas profissionais, amadores e pessoas que amam o esporte. Calçadas e elevados cobertos por pessoas aplaudindo, torcendo e gritando pelo nome dos atletas (nome no número de peito).

RESULTADOS:

Alexandre: 490º lugar no geral masculino e 93º lugar na categoria (tempo: 01:05:13) e

Gislaine: 304º lugar no geral feminino e 32º lugar na categoria (tempo: 01:27:57).

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Golden Four Asisc – O dia Top 100!!!

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Fim de semana perfeito, viajamos para Brasília para mais um “Correndo e Conhecendo” e dessa vez aterrizamos em Brasília e não foi para conhecer a Dilma não, nossa passagem pela capital foi atraída pela Golden Four ASISC.

A G4 é uma corrida do tipo pura, onde não tem distância alternativa, é os 21 km ou nada, e contou com mais de 4.000 pessoas de todo país. Mas, o que me atraiu mesmo nessa prova e atrai sempre muita gente é a medalha “Top 100” que é entregue aos 100 primeiros que cruzarem a linha de chegada.

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Chegamos no sábado pela manhã e partimos para a retirada do kit. No início da tarde a primeira perfeição, a escolha do hotel (pela internet), saiu melhor que a encomenda, hotel top, muito bem localizado (de frente para o shopping) e super confortável, onde podemos aproveitar o dia.

Com a chegada da noite organizamos os trajes, equipamentos e deitamos, geralmente a ansiedade não me deixa dormir, porém o cansaço foi maior e capotei acordando somente com o despertador as 5:00 da manhã. Tomamos café e partimos.

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A largada aconteceu pontualmente as 07:00 e o sol já queria dar o ar da graça. Ao som da buzina lá fomos nós…. Eu tinha um plano e um desejo, o plano era correr forte no ritmo confortável, guardando um pouco de energia para o fim, o desejo era chegar entre os 100. No fim do quilômetro 14 ouço uma contagem: 97, 98, 99  e apontando em minha direção 100. De acordo com a contagem dessa pessoa eu era o numero 100. É nessa hora que a corrida passa a ser 50% corpo e 50% mente, peguei a parte boa e acelerei.

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Durante os últimos 6 quilômetros fui ultrapassado e ultrapassei e já tinha me perdido nas contas e o medo de chegar muito perto e não conseguir acabou quando cruzei a linha de chegada e avistei a sonhada medalha TOP 100. Foi um alívio, uma sensação de dever cumprido!

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A Gi largou sem muitas pretensões, ela não vinha treinando especificamente para meia maratona e a ideia era baixar o tempo, onde fomentei a ideia prometendo um presente surpresa à ela.

Assim que terminei a prova a ideia era ir busca-lá no percurso, incentivando nos quilômetros finais, porém ao ensaiar um trote o corpo deu sinais de cansaço. Caminhei cerca 1 quilômetro já avistei ela no típico “sprint” final e com um rostinho de quem tinha iniciado a corrida.

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Na recepção dos atletas tudo muito perfeito, água, isotônico, serviços de fisioterapia com massagem e crioterapia.FullSizeRender (2)

A viagem ainda não tinha finalizado, tínhamos um dilema, nosso voo para Florianópolis era para as 21:40 e já cansados o mais queríamos era chegar em Videira. Tomamos uma atitude um pouco ousada, partimos para o aeroporto na tentativa de adiantar a viagem. Chegamos no balcão de atendimento da TAM, que nos surpreendeu com tamanha cordialidade e tentativa de ajudar do atendente Danillo, que mesmo não tendo voo direto para Florianópolis nos colocou em voo em conexão para São Paulo, que nos fez chegar as 18:30 no aeroporto de Florianópolis e as 00:30 em Videira. Simplesmente PERFEITO!!!

Durante a estadia encontramos muitos amigos e fizemos novos amigos também, mas nem todos conseguimos fazer o registro fotográfico:

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Mas, voltando aos resultados não poderia deixar de agradecer a minha equipe RARÁMURI do  meu amigo e treinador César Zaniboni, que com todo conhecimento, acreditou que seria possível e quando quis desistir não me deixou!! Essa conquista é nossa!

Gostaríamos de agradecer a Deus por toda saúde e proteção, aos nossos pais e familiares pela compreensão e a todos os amigos que torcem por nós.

Nosso muito obrigado!

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BATATA DOCE

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Hum…

A queridinha de quem gosta de musculação, corrida e quer manter o peso, ela libera energia no organismo, dando um combustível para realizar exercícios, por esse motivo ela é bastante indicada como pré treino. A batata doce tem conquistado cada vez mais espaço no cardápio do brasileiro.

Segundo alguns estudos a liberação lenta de açúcar no sangue colabora para manter os níveis de glicogênio, o combustível dos músculos, fazendo com que em treinos de força por exemplo, não ocorra a perda de massa muscular, ficando conhecida também como “alimento maromba”.

Nos Estados Unidos foi realizado um estudo pela College of Agriculture and Life Sciences, que afirma que a batata doce auxilia no emagrecimento, pois possui um baixo índice glicêmico, uma fonte de energia e um carboidrato complexo. Possui mais fibras, proteína, fósforo e potássio, estimulando assim, o bom funcionamento do intestino.

De acordo com vários nutricionistas, a melhor maneira de obter todos os seus benefícios é de forma cozida e com casca, devendo evitar consumir de forma frita.

Principais benefícios:batatadoce1

  • Controla a Diabetes, pelo baixo índice glicêmico;
  • Emagrecimento, porque diminui o apetite por ser rica em fibra;
  • Aumenta o sistema imunológico, pois possui vitamina A;
  • Ajuda a prevenir câncer;
  • Regula a pressão arterial;
  • Reduz câimbras e
  • Faz bem para a pele, possui vitamina A que age como o antioxidante.

Valores nutricionais para 100 gramas:

Batata Doce Cozida Assada Frita
Energia 125,1 calorias 143,4 calorias 368 calorias
Proteínas 1,8 gramas 1,14 gramas 2,7 gramas
Gorduras 30 miligramas 28 miligramas 45 miligramas
Carboidratos 27,9 gramas 34,47 gramas 60,10 gramas
Cálcio 30 miligramas 28 miligramas 45 miligramas
Ferro 0,7 miligramas 1,38 miligramas 1,6 miligramas

Receita da capa: Torta salgada de batata doce

  • 3 batatas doce (média) descascadas e em cubos
  • 1 xícaca de chá de queijo ralado (parmesão ou coalho)
  • ½ xícara de chá de creme de leite light
  • 1 ovo
  • 6 fatias de queijo mussarela
  • Folhas de manjericão fresco para decorar
  • Tomate para decorar
  • Sal e pimenta a gosto

Cozinhe as batatas até ficarem bem macias, escorra e deixe esfriar. Pré aqueça o forno a 200 graus. Bata no liquidificador a batata, ovo, creme de leite, queijo ralado (guarde um pouco para polvilhar), sal e pimenta. A massa vai ficar grossa, unte uma assadeira, coloque uma camada de massa e uma de fatia de queijo, por último mais uma camada de massa. Salpique com o restante do queijo ralado, coloque os tomates e as folhas de manjericão. Asse por uns 40 minutos e está pronto. Agora é só saborear essa delícia!

IMPORTANTE:

A batata doce possui muitos benefícios que auxiliam no emagrecimento, mas é muito importante dosar a quantidade consumida, pois em excesso e sem a prática de atividade física, ela pode engordar!

Mizuno Uphill 2015 – O que te Motiva?

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O que te move? Qual é o seu desafio? O que faz o ser humano mudar o estilo de vida, alimentação, que te faz acordar cedo, passar horas correndo, subir morros, ir para uma pista de atletismo e correr sozinho por intermináveis voltas de 400 metros, treinar, treinar e treinar… Sensação que se sente não se explica com palavras. Muitas vezes tenho a impressão que as pessoas nos julgam como seres anormais, elas não nos compreendem.

altimetriaDificilmente participo de uma corrida sem motivação, e essa motivação nem sempre é ganhar ou subir no pódio, a maioria das vezes minha competição é contra mim mesmo, superar meus próprios limites e dificuldades.

Quando fiquei sabendo da MIzuno Uphill, meus olhos brilharam, 42 km de Treviso até o mirante da Serra do Rio do Rastro com suas 256 curvas e 1.418 metros acima do nível do mar, com um ganho de elevação de 2.425 metros, limite de 6:00 horas para chegar e considerada a maratona em asfalto mais difícil do Brasil. Pensei, está aí nosso próximo desafio!

O vídeo da chamada da prova dispensa comentários!

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As inscrições foram feitas em outubro de 2014 e foi um caos, com um relógio em contagem regressiva no site, o sistema não suportou tamanha demanda e caiu. Tive sorte consegui uma informação através da página oficial no Facebook, o link das inscrições e fiz a minha e a da Gi, que em questões de minutos se esgotaram. Agora era contar a ela o tamanho do desafio que tinha lançado para nós. Eu tinha certeza que no início ela iria brigar, por ter feito a inscrição dela, mas conhecendo a mulher que tenho em casa não seria a Mizuno Uphill que iria fazê-la desistir, mesmo que fosse a sua primeira maratona. Imprimi a confirmação da inscrição dela e entreguei em mão, sem muito mistério, ela nem olhou e me disse: “Parabéns amor que bom que você conseguiu se inscrever”, eu falei: leia pelo menos o que está escrito… A reação foi a que imaginei ela me olhou nos olhos e com um olhar típico e natural me disse: “Você sabia que eu queria muito fazer essa prova, mas é uma maratona de subida e eu já tinha dito que era cedo para fazer”, concluiu.

Iniciamos nosso treinamento em janeiro, ainda um pouco conturbado por conta que a Gi estava trabalhando em Criciúma e os treinos não estavam encaixando. Tudo começou a mudar em Março, quando o que era pra ser ruim, se transformou. A mudança para Videira nos proporcionou o cenário ideal para os treinos de subida, a cidade é um vale com um relevo propício para os treinos, rodeada de morros era impossível sair pra correr sem eles.

A expectativa era grande, mas com o passar dos meses e com os resultados nas provas, fomos sentindo que estávamos cada vez mais preparados, e isso aumentava nossa confiança.

Faltando 15 dias para a prova,…

Saímos de férias, a ideia era aproveitar a proximidade da casa dos nossos pais com a serra e ir fazer alguns treinos no percurso, mas não deu muito certo, sempre que chegamos em Treviso ou em Lauro Müller tinha algum imprevisto.

A Feira…

Como a prova era no sábado, resolvemos ir um dia antes, para retirar o kit da prova e aproveitar para fazer o teste F.O.R.M. (Form Optimizer of Running Methodology by Mizuno), o teste consiste em uma análise da biomecânica da corrida analisando a eficiência do movimento e era limitado a 5 testes por dia. E nosso resultado foram bons: Eu fiz 74,4 pontos e a Gi 75,1 pontos.

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A Prova..

Saímos de casa antes do meio dia, paramos para o almoço em Criciúma e partimos para Treviso, nessa hora o coração já começa a bater mais forte e o clima da prova vem tomando conta.

A maratona é uma prova imprevisível, que exige muito mais que preparo físico, o preparo psicológico é tão importante quanto e tudo pode acontecer nos 42.195 metros, e você tem que estar preparado.

Faltando um pouco mais de 10 minutos saímos para o aquecimento e alinhamento para a largada, nessa hora passa um filme em sua mente, nos abraçamos, choramos, nos beijamos, desejamos uma boa prova e ainda com a boca trêmula escutamos a buzina de largada, era hora de encarar o desafio.

Eu tinha uma meta, que era completar em 4 horas e estava confiante que tinha treinado suficiente para conseguir cumprir. Conhecer o percurso fez toda diferença, explorei ao máximo as poucas descidas e terrenos planos da prova, correr na zona de conforto e não forçar nos primeiro morros, também foi um acerto!

A Gi partiu com um único objetivo “chegar” dentro do horário, limite de 6 horas de prova.

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Uma das partes mais bacana da prova foi ver as pessoas na rua aplaudindo e vibrando com a passagem dos atletas, principalmente na passagem no centro de Lauro Müller e Guatá, onde se formou um corredor humano proferindo palavras de apoio aos atletas que passavam correndo.

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Passando no tapete do 24º quilômetro, próximo à Polícia Militar Rodoviária meu cronometro marcava 01:50:30, estava tudo saindo conforme o planejado, a partir desse ponto, é que a prova realmente começa, dali pra frente, só subidas e muitos já chegaram nesse ponto desgastados.

Com a chegada da noite e com a lua cheia, deixou a prova mais especial. Apesar de não ter iluminação em todo percurso a falta de iluminação não atrapalhou e chegando próximo a parte iluminada deu pra ter noção da loucura, eu só imaginava o portal de chegada e isso me motivava cada vez mais!

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Quando chega nos 5 quilômetros finais, onde para os normais é impossível correr sem parar, o que nos resta é alternar a caminhada e trote, comecei a propôr pequenos desafios para os colegas ao lado, vamos correr até aquela placa, caminhava, e assim seguimos…

Quando termina a serra e faltam 800 metros para a chegada, voltei a correr a impressão que se têm, é que você está de bicicleta, tamanha era a força desproporcional impressa no trecho de subida.

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Impossível descrever a emoção de chegar, posso dizer que valeu a pena cada treino, sensação de dever cumprido.

A todo momento eu pensava na Gi, não que não acreditasse na capacidade dela, pelo contrário, minha preocupação era com a lesão que ela sentiu na última semana que antecedeu a prova. Então minha missão não terminava na linha de chegada, passado o período de recuperação era hora de ir buscá-la. Tinha prometido para ela, voltei para para percurso trotando e fui descendo a serra novamente, nessa hora é uma mistura de aflição e medo, mas não demorou muito e a encontrei com um sorriso estampado no rosto, respirei… Ela estava muito bem e feliz!

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Seguimos em frente, no topo da serra encontramos mais alguns amigos que estavam ali para dar uma força e assim foi, até próximo a linha de chegada, a emoção já tinha tomado o rosto dela, parei e ela foi cruzar a linha de chegada!!!

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Após a chegada foi a hora de comemorar com uma recepção top!IMG_0281

IMG_0284 O resultado não poderia ser melhor:

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Agradecemos a Deus pela saúde, aos nossos pais que mesmo distante torceram, ao treinador César Zaniboni e a todos amigos que torceram e acompanham nossas publicações!!!

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